Para preencher esse vazio desses dias em que estava muito ocupado, nada é melhor do que voltar com uma música calma, amorosa e com muito significado para conquistar os seguidores que estavam sentindo falta da boa música aqui no blog.
Hoje vamos ficar com a versão acústica de Let my Love Open the Door, do cantor Sondre Leche. Essa versão consta apenas de um violão e uma pequena orquestra de violinos atrás, levando ao delírio os ouvintes e claro nos remetendo a uma paz que apenas a ingenuidade pode nos levar.
A versão original dessa música é do artista Pete Townshend´s, onde fez muito sucesso através da banda The Who, ele era o principal compositor da banda e claro, além de conter habilidades raras como cantar, escritor, guitarrista, pianista, “banjista”, baixista e por aí vai.
Já nosso querido Sondre Leche é apenas um norueguês que tenta seu lugar ao sol. Apesar das diferenças o que importa é a sonoridade dessa bela canção. Fiquem em paz!
É hora de lembrar de uma das melhores formações que o mundo do metal já teve. O primeiro Angra!
Uma gangue que vai ser lembrada para o resta da humanidade, é um exemplo da famosa frase “tudo aquilo que é bom não dura muito”, enfim restam musicas como a que mostro hoje.
A canção The Shaman do álbum Holy Land é perfeita! Tem todo o swing brasileiro apresentado nas percussões Bahianas e indígenas da nossa terra, além de conter antes do solo principal um grande pajê relatando alguma experiência de sua tribo. Solo perfeito, efeitos sonoros e a voz de André Matos detonando!
Eu adoro esse álbum e depois do cru e pesado Fireworks é o melhor da banda. Angels Cry pra mim é mais um álbum de metal melódico, muito bom, porém não me chama atenção como esses dois descritos.
Fiquem com esse clássico lado b e um bom final de semana para todos!
“Metal universitário?” Pois é, o novo baterista do Avenged Sevenfold é o antigo baterista da banda Confide.
Acho muito engraçado esse termo musical: universitário. Sei lá, por ser universitário não passa credibilidade? É algo que não é maduro? Ou porque atinge um público realmente mais adolescente em geral?
Sendo uma dessas opções a certa, acredito que o Avenged Sevenfold seja uma banda boa, eles mesclam a voz rasgada do new metal, a intensidade do metal veloz e as pitadas do hard rock. Acho uma junção muito boa, porém o que todos estão interessados claro é sacar o novo baterista desta banda que já teve Mike Portnoy (ex- Dream Theather) e Jimmy The Rev (falecido em 2009).
Para sentir a pegada do novo baterista e dar exemplo a este, quem sabe, novo termo musical (metal universitário) ficamos com a musica Such Great Heights da banda Confide.
Chora me liga!
Editors é uma banda de indie rock da Inglaterra. Nossa, até agora nenhuma novidade. Se não fosse a potência de suas músicas e a capacidade delas te empolgarem ao extremo.
Eles captaram a essência do rock da década passada e representam isso muito bem. Dificilmente vão variar seu estilo de som, eles são bem eficazes em fazer o indie rock moderno, que por momentos vão lembrar o U2 no começo da carreira e por horas lembrar os atuais The Killers.
Se você procura mais uma boa banda de indie rock aqui está a dica. Podem baixar todo o álbum The Black Room que não irá se arrepender, afinal todo ele é muito bom! Tem sucessos consagrados como Munich e Blood, porém hoje indico a música Camera.
Um bom som e fiquem em paz.
Cara, cadê o rockabilly? Me perguntei um tempo atrás. E por felicidade, trocando figurinhas com meu amigo Ramon Frias, descobri a banda The Baseballs.
Os rapazes fazem versões das músicas mais pops possíveis, tipo, aquelas que tocam na Jovem Pan, porém na linguagem rockabilly dos anos 50 que remete também o grande Bill Haley.
Conversando com meu amigo, notamos que realmente mudando a apresentação e o jeito em que a música é formulada, as letras de Katy Perry e Rihanna ficam até bonitinhas e nos trazem certa felicidade. Ou seja, esses artistas realmente sabem destruir uma música, ou a fazem pensando na façanha de contaminar seus pobres ouvintes com batidas eletrônicas chulas.
Enfim, The Baseballs é muito louco, não vão se arrepender se escutar isso. Fiquem com a versão de Hot´n´cold.
Hoje soluciono o problema daqueles que sempre sonharam em transar ao som de metal, porém pelo ritmo ser acelerado demais não se sentiam muito a vontade.
O Dera Sol não só apenas indica uma música como um álbum todo! Imagine ouvir vários clássicos do metal em versões harmoniosas e perfeitamente elaboradas para relaxar sua mente e ativar o amor!
É muito bom! A voz de Kalle Karlsson é linda e as composições não deixam a desejar. Entre os clássicos de Hymns in the Key of 666 eu aconselho Paranoid (Black Sabbath), Symphony Of Destruction (Megadeath), We’re not gonna Take it (Twisted Sister) e Run to the Hills (Iron Maiden).
As músicas eletrônicas da década passada foram animadas demais! Isso é fato, até porque um mix de vários estilos sempre foi presente. Tivemos o eletro indie, onde as guitarrinhas faziam um fundo feliz junto com as batidas eletrônicas e claro os sintetizadores. O hiphop com influencias de bossa-nova, de funk e até ritmos caribenhos. Isso tudo é bastante rico!
O som de hoje é viciante, uma canção criada sem muita enrolação. A voz feminina aqui dá o ar da graça e embala o corpo num ritmo frenético que remete ao house da década de 90.
A música Things Are Getting Better tem letra simples, porém seu som é astuto e apresenta tudo que uma balada eletrônica tem que ter hoje em dia: guitarrinha moderna e um som criativo de sintetizador, isso é prato cheio pra uma festa.
Música para todos os gostos e estilos. Canções para acordar com o pé direito e sonoridade para relaxar.
Ficarei contente em mostrar músicas que combinem com situações diárias: estresse, paixão, lamento, depressão e animação.
A palavra Dera é de origem indiana e significa transmissão. Sol nada mais é que energia, luz. Transmissão de energia. Cada música tem seu recado e isso que o blog tenta passar.
Lucas Borsoi
Twitter: @lucborsoi
Sou músico, toco bateria e percussão. Adoro criar letras que refletem nossas dúvidas. Sou apaixonado por estilos musicais que tenham originalidade. Dizer que sou eclético é errado, gosto de música com significado, inovação e qualidade!
Adoro psicologia e filosofia. Tenho uma queda pelo teatro e rádio.